Artigos sobre bolsa

Posted on agosto 16, 2010. Filed under: Artigos sobre bolsa |

A área de análise do banco de investimentos do BB oferece ao público do INI alguns de seus relatórios sobre os resultados, setores e revisões de preços de algumas das mais importantes companhias brasileiras.

Os relatórios têm linguagem acessível e adequada ao entendimento do investidor individual. Há riqueza de detalhes, inclusive as premissas para cálculo do preço potencial, em relatórios de atualização de preço.

Relatórios sobre resultados do segundo trimestre de 2010:

BB – BI – ALL – Resultado 2T10

BB – BI – Banrisul – Resultado 2T10

BB – BI – BRFoods – Resultado 2T10

BB – BI – CCR – Resultado 2T10

BB – BI – Cielo – Resultado 2T10

BB – BI – CSN – Resultado 2T10

BB – BI – Eternit – Resultado 2T10

BB – BI – Gerdau – Resultado 2T10

BB – BI – GOL – Resultado 2T10

BB – BI – Grendene – Resultado 2T10

BB – BI – Heringer – Resultado 2T10

BB – BI – Lojas Americanas – Resultado 2T10

BB – BI – Marcopolo – Resultado 2T10

BB – BI – MMX – Resultado 2T10

BB – BI – Randon – Resultado 2T10

BB – BI – Rossi – Resultado 2T10

BB – BI – Sabesp – Resultado 2T10

BB – BI – SLC – Resultado 2T10

BB – BI – TAM – Resultado 2T10

BB – BI – Tecnisa – Resultado 2T10

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Posted on agosto 3, 2010. Filed under: Artigos sobre bolsa, Comentários diários |

A área de análise do banco de investimentos do BB oferece ao público do INI alguns de seus relatórios sobre os resultados, setores e revisões de preços de algumas das mais importantes companhias brasileiras.

Os relatórios têm linguagem acessível e adequada ao entendimento do investidor individual. Há riqueza de detalhes, inclusive as premissas para cálculo do preço potencial, em relatórios de atualização de preço.

Relatórios sobre resultados do segundo trimestre de 2010:

BB â?? BI â?? Comgás â?? Resultado 2T10

BB â?? BI â?? Itaú Unibanco â?? Resultado 2T10

BB â?? BI â?? M. Dias Branco â?? Resultado 2T10

BB â?? BI â?? Oi â?? Resultado 2T10

BB â?? BI â?? Redecard â?? Resultado 2T10

BB â?? BI â?? Renner â?? Resultado 2T10

BB â?? BI â?? Romi â?? Resultado 2T10

BB â?? BI â?? Usiminas â?? Resultado 2T10

BB â?? BI â?? VALE â?? Resultado 2T10

BB â?? BI â?? WEG â?? Resultado 2T10

Outros Relatórios de Interesse:

BB â?? BI â?? Relatório Setorial Julho 2010

BB â?? BI â?? Carteira Sugerida Agosto 2010

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Posted on julho 27, 2010. Filed under: Artigos sobre bolsa |

 

A área de análise do banco de investimentos do BB oferece ao público do INI alguns de seus relatórios sobre os resultados, setores e revisões de preços de algumas das mais importantes companhias brasileiras.

 

Os relatórios têm linguagem acessível e adequada ao entendimento do investidor individual. Há riqueza de detalhes, inclusive as premissas para cálculo do preço potencial, em relatórios de atualização de preço.

 

Relatórios sobre resultados do segundo trimestre de 2010:

BB â?? BI â?? Natura â?? Revisão de Preço e Resultado 2T10

 

Relatórios sobre atualização de preços potenciais:

BB â?? BI â?? Marfrig â?? Revisão de Preço

 

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Posted on julho 14, 2010. Filed under: Aconteceu no INI, Artigos sobre bolsa |

Veja a matéria publicada na revista Razão de Investir, edição de junho de 2010.

 

Um Guia Para o Mercado

 

Com o trabalho do dia a dia como Superintendente de Relações com Investidores do Itaú Unibanco, mais a vivência de quatro anos como presidente-executivo do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI) â?? estendida agora na vice-presidência do conselho de administração da entidade â?? Geraldo Soares colecionou preciosas observações sobre sua atividade. Decidiu compartilhar tais experiências, tarefa na qual foi auxiliado pelos jornalistas Jennifer Almeida e Rodney Vergili, assessores de comunicação do IBRI.

 

O resultado desse esforço é o livro â??Comunicação no Mercado Financeiro: Um Guia para Relações com Investidoresâ?, editado pela Saraiva e Instituto Chiavenato de Educação, lançado em maio de 2010.

 

Em nove capítulos são expostos os principais conceitos que devem ser utilizados pelos profissionais de RI e de comunicação empresarial. O livro também discute, analisa e exemplifica os pontos estratégicos no relacionamento das empresas com seus investidores. Por ter sido organizado de forma didática, é de leitura agradável mesmo para não profissionais.

 

Soares, que é também membro do Conselho Editorial de Razão de Investir, insiste em que a comunicação de cada empresa â?? incluindo a escolha da hora certa e das ferramentas mais corretas para atingir o público alvo â?? deve ser personalizada, ter marca própria. E considera que esse trabalho jamais deva se automatizar, isto é, precisa se renovar sempre, obedecendo à ordem de â??fazer bem e cada vez melhorâ?.

 

No site do INI por R$ 49,00 (R$ 45,00 para associados).

 

Veja reportagem no site da Razão de Investir:

 

http://www.razaodeinvestir.com.br/conteudo.php?id=66

 

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Posted on julho 14, 2010. Filed under: Artigos sobre bolsa |

Um dos motivos que levam muitas pessoas a freqüentarem nossos cursos e palestras é o objetivo de, um dia, poderem viver dos dividendos de suas carteiras de ações. Porém ao receber os primeiros dividendos surgem questionamentos sobre o caminho adotado. Será que está realmente correto?

 

Isso ocorre pois os dividendos pagos são frações do lucro da empresa distribuídos igualmente entre os acionistas de mesma classe. Vejamos um exemplo do ano de 2009 e recentemente divulgado:

 

A Cia Vale apurou um lucro de R$10.248.950.000,00 deste lucro ela reteve 48,29% para reinvestimentos e distribuiu aos acionistas 51,71%, é o que chamamos de â??pay-outâ? (o mínimo exigido pela legislação brasileira é de 25% para qualquer empresa lucrativa).

Ao distribuir R$5.299.732.045,00 entre os seus acionistas irá dividir este montante pela quantidade total de ações neste caso 5.365.304.100. Ou seja, cada ação receberá R$0,9877. Se você possuía um lote de 100 ações na data da distribuição dos dividendos receberia R$98,77 (fontes: INI / BVM&FBOVESPA).

 

E aí é que vem a conta e o questionamento. Eu, investidor hipotético, comprei 100 VALE5 por R$2.822,00 e estou recebendo R$98,77 em praticamente UM ANO de investimento. Os dividendos remuneraram meu capital à taxa de R$3,5%. Não é pouco?

 

A resposta é: Depende do prazo e de como você, investidor, vê a bolsa e a compara com outros investimentos.

 

Se você está comparando com o que R$2.822,00 poderiam ter rendido em um ano de caderneta de poupança (R$174,11) então a comparação ficou limitada, para não dizer injusta.

 

Os dividendos acompanham o crescimento da empresa, ou seja, seus efeitos são cumulativos e relativos aos resultados da empresa.

Olhe o efeito sobre o capital investido neste exemplo:

 

Investimento

 R$                  1.000,00

Ano 1

Ano 5

Ano 8

Ano 10

Ano 15

Ano 20

Cotação 15% ao ano

1,00

1,75

2,66

3,52

7,08

14,23

Dividendo 3,5% a.a.

0,0350

0,0612

0,0931

0,1231

0,2476

0,4981

Divivendo total

35,0000

61,2152

93,1007

123,1257

247,6497

498,1120

% sobre o investido

3,50%

6,12%

9,31%

12,31%

24,76%

49,81%

Caderneta de

Poupança 6,17% a.a

61,7000

78,3957

93,8205

105,7551

142,6628

192,4508

% sobre o investido

6,17%

7,84%

9,38%

10,58%

14,27%

19,25%

 

Em todos os anos a remuneração é de 3,5% sobre a cotação do papel, ou seja, muito aquém do rendimento da caderneta de poupança (6,17% aa) porém, é objetivo da empresa crescer. E na medida em que uma empresa cresce (longo prazo) seus lucros crescem e os dividendos pagos são maiores, suas ações se valorizam e a relação Dividendo/Ação, apesar de se manter a mesma (3,5% em nosso exemplo) aumenta o valor absoluto recebido aumentando, portanto, a rentabilidade sobre o investimento inicial.

 

Neste exemplo em 8 anos já se equipara a caderneta de poupança. E a partir daí a distância fica cada vez maior em favor dos dividendos. Lembro que assim como a caderneta de poupança os dividendos são livres de IR uma vez que se trata de distribuição do lucro final da empresa.

 

Assim, para quem quer se aposentar com os dividendos as orientações são:

 

1-     Tenha visão de longo prazo

2-     Escolha empresas que tenham lucros crescentes e recorrentes

3-     Faça investimentos constantes mesmo que pequenos (mensais, trimestrais, ou mesmo anuais).

4-     Não invista em uma única empresa. � medida que forma volume coloque novas empresas na carteira.

5-     Utilize os dividendos recebidos para comprar mais ações. Essa prática irá turbinar e acelerar o atingimento da meta.

 

Todos nós conhecemos alguém que investe na caderneta de poupança por mais de 20 anos, talvez 30 anos, talvez você mesmo tenha feito isso. Essa prática fez algum sentido quando a inflação era altíssima. Porém, nos tempos atuais, se você tem excedentes em seu colchão financeiro que pretende deixar por 10 anos ou mais na caderneta de poupança, ou em outra aplicação de RF, pense na hipótese de formar uma carteira de dividendos e se aposentar com eles.

 

Prof. Mauro Calil – Educador Financeiro

(www.calilecalil.com.br)

 

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Posted on abril 20, 2010. Filed under: Artigos sobre bolsa, Comentários diários |

 

As 215 empresas selecionadas, pelo critério de liquidez, para concorrer ao Prêmio Abrasca de Criação de Valor, concedido pelo Anuário Estatístico das Companhias Abertas, tiveram valorização de 80% no valor de mercado no final de 2009. As 150 excluídas pelo mesmo critério apresentaram ganho de apenas 13% no período.

� o que revela a análise que a GRC Visão está elaborando para selecionar as companhias que irão concorrer ao Prêmio de 2010, que será entregue em julho durante o lançamento do Anuário, que é editado pela Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca).

Segundo os técnicos da consultoria econômica quando foi aprofundada a análise entre os diversos grupos de 365 empresas listadas na BM&FBovespa, ao final de 2009, uma característica se sobressaiu: quanto maior a exposição da companhia ao mercado, melhor será, na média, seu comportamento no pregão.

Pelo critério de liquidez do Prêmio Abrasca de Criação de Valor são classificadas as companhias com free-float superior a 10% e com presença em, no mínimo, 60% dos pregões da BM&FBovespa.

Os técnicos da GRC Visão também constataram que a relação do valor de mercado com os proventos pagos pelas companhias foi distinta entre os dois grupos de empresas. Os proventos pagos pelas companhias da amostra selecionada para o prêmio representou 5% do seu valor de mercado, enquanto o grupo excluído pelo mesmo critério de liquidez teve retorno de cerca de 4,1%.

Os proventos pagos pelas companhias abertas – somatório dos dividendos e juros sobre capital próprio – registrados pelas companhias listadas na BM&FBovespa em 31 de dezembro do ano passado totalizaram R$ 62,4 bilhões, 5% inferior aos R$ 65,3 bilhões pagos pelo mesmo grupo de companhias no final de 2008. A redução foi o reflexo da crise financeira, que fez muitas empresas registrarem prejuízo ou queda expressiva no lucro, afetando o pagamento de dividendos

â??O critério de liquidez aplicado pelo Prêmio Abrasca de Criação de Valor é uma ferramenta eficiente na seleção do grupo de companhias de maior dinamismo no mercado de capitais brasileiro, uma vez que a amostra de companhias que possuem maior participação relativa no mercado de capitais, observa desempenho nitidamente superior às demais empresasâ?, afirma o economista Alexandre Fischer, diretor da GRC Visão. Para ele, garantir participação consistente em pregão, mantendo ou mesmo elevando os níveis de liquidez e de exposição ao mercado, é uma eficiente ferramenta de criação valor.

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Posted on abril 20, 2010. Filed under: Artigos sobre bolsa |

 

O processo educacional existe em qualquer sociedade e é responsável, entre outras coisas, por perpetuar através de gerações os costumes, manifestações culturais, hábitos e formas de agir e se comportar em sociedade.

Ao educar uma criança, seja em uma grande metrópole, seja em uma remota aldeia africana, os mais experientes procuram passar aos seus pupilos um caminho pelo qual possam viver dentro daquela sociedade e serem bem sucedidos e felizes neste convívio social.   Veja que, ao nascer, a criança tem somente seus instintos e reflexos para sobreviver e é totalmente dependente da boa vontade de seres humanos adultos. Costumo dizer que os bebês são os únicos seres que são verdadeiramente amados, afinal tudo o que produzem é barulho e sujeira e, ainda assim, qualquer adulto, mentalmente saudável, abre um sorriso ao ver e tem vontade de proteger e alimentar qualquer bebê, mesmo que não seja biologicamente seu.

Porém, à medida que a criança cresce é de se esperar que os pais, ou responsáveis pela educação, passem a ensinar bons modos como, não mexer nos enfeites sobre a mesa, comer tudo que está no prato, fazer xixi e coco no vaso sanitário ao invés de sujar as fraldas e assim por diante.

Até certo ponto este processo educacional é comum aos membros de uma mesma sociedade sejam eles nascidos em uma favela ou em um palácio. Porém a partir de certos conceitos mínimos, somente os mais abastados terão uma educação mais refinada.

Aqui entra um conceito de referência estética interessante, ou seja, sempre acreditamos e sempre acreditaremos que a educação do palácio é melhor que a da favela. Isso ocorre pelo simples motivo que ninguém discute que a vida em um palácio é mais confortável e menos ameaçada que a vida na favela. Afinal quantos palácios desmoronam por conta das chuvas de verão? Ou quem será mais bem atendido em caso de urgência médica, um favelado ou um governante?

Portanto todos almejam estar no nível do palácio e da boa educação destes palacianos. Esta educação é acessível aos que por ela procuram. A família de classe média pode facilmente aprender com quantos e quais talheres se serve um jantar digno de um rei. Qual a baixela necessária e mesmo quais assuntos devem ser tratados de acordo com os convidados e ambiente em que a refeição é servida.

Pela mesma referência estética palaciana, muitas pessoas crêem que o simples fato de possuir bens como carros caros ou o último modelo de celular ou ainda desfilar com roupas da moda em destinos internacionais por onde os reis caminham, lhes conferirá o status e a elegância do principado. Este consumismo nada mais é que uma compensação ou ainda um sublimação por aquilo que não se é ou não se possui: a elegância, riqueza, pompa e garbo palaciano.

Assim, o homem comum e de boas maneiras a ponto de ser confundido com um lorde em muitas situações, comete uma grande grosseria consigo e com seu patrimônio que não foi herdado, mas sim conquistado, a grosseria financeira.

Em meu ponto de vista será difícil à nação tupiniquim refinar-se financeiramente. Apesar de ainda existirem aqueles que sujam as calças, não posso dizer que o brasileiro médio coma com as mãos quando se trata de educação financeira, mas servindo-se do bandejão bancário com produtos padronizados principalmente em renda fixa como sua principal forma de investimento, o brasileiro médio está muito longe de modos aceitáveis e realmente distante do refinamento. Isso ocorre, em muito, pela nossa memória inflacionária, que remete a um período em que consumir rápido era sinônimo de economia enquanto que os títulos do governo conferiam a melhor relação entre rentabilidade x segurança x liquidez.

Porém já não é mais assim, para enriquecer, portanto refinar-se em sua educação financeira é necessário consumir o somente necessário e investir bem o restante dentro de um planejamento financeiro pessoal, familiar e de vida.

Isso significa comer com talheres e já não se servir nas panelas sobre um fogão a lenha, mas sim à mesa em baixela de louça sobre uma toalha branca que permaneça assim após a refeição. � o mínimo que se espera de uma família bem educada (financeiramente).

 

Prof. Mauro Calil – Educador Financeiro

(www.calilecalil.com.br)

 

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Posted on março 29, 2010. Filed under: Artigos sobre bolsa |

 

A área de análise do banco de investimentos do BB oferece ao público do INI alguns de seus relatórios sobre os resultados das mais importantes companhias brasileiras em 2009.

Os relatórios têm linguagem acessível e adequada ao entendimento do investidor individual. Há riqueza de detalhes, inclusive as premissas para cálculo do preço potencial, em relatórios de atualização de preço.

O Instituto agradece a iniciativa do Banco do Brasil, que contribui significativamente para ampliar os conhecimentos de seus associados e de toda a comunidade INI.

 

Relatórios sobre resultados de 2009:

BB â?? BI â?? Bradesco 4T09

BB â?? BI â?? Braskem 4T09

BB â?? BI â?? BR foods 4T09

BB â?? BI â?? Cielo 4T09

BB â?? BI â?? Comgás 4T09

BB â?? BI â?? CSN 4T09

BB â?? BI â?? Gerdau 4T09

BB â?? BI â?? Itaú Unibanco â?? Início de cobertura

BB â?? BI â?? Natura 4T09

BB â?? BI â?? Petrobras 4T09

BB â?? BI â?? Randon 4T09

BB â?? BI â?? Sabesp 4T09

BB â?? BI â?? Usiminas 4T09

BB â?? BI â?? VALE 4T09

 

Relatórios sobre atualização de preços potenciais:

BB â?? BI â?? Randon â?? Atualização de preço

BB â?? BI â?? Marcopolo 4T09 e atualização de preço

 

Outros relatórios de interesse do investidor individual

BB â?? BI â?? Carteira Sugerida mar/2010

BB â?? BI â?? Relatório Setorial â?? Jan/2010

BB â?? BI â?? Guia de Ações â?? 24/03/2010

 

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Bancos distribuem menos dividendos em 2009, revela Anuário das Cias. Abertas

Posted on março 29, 2010. Filed under: Artigos sobre bolsa |

RIO DE JANEIRO, 23 de Março de 2010 – O setor bancário fechou 2009 apresentando evolução nos principais indicadores econômicos financeiros em relação ao ano anterior. Ã? o que revela a análise – com base na maioria dos balanços já divulgados – que a GRC Visão está elaborando para o Anuário Estatístico das Companhias Abertas. A empresa é parceira da Associação Brasileira das Companhias Abertas (ABRASCA) e cuida dos índices apurados para o Anuário, que circulará em julho próximo.

O patrimônio líquido do setor subiu 21,5%, a receita de intermediação financeira cresceu 15,3% e os créditos totais aumentaram em 10,7%. O lucro líquido avançou 14,7% (de R$ 28,6 bilhões para R$ 32,8 bilhões), em 2009, o que, entretanto, não se refletiu (pelo menos nas deliberações feitas no ano passado) em maiores pagamentos de proventos.

No ano passado, os bancos com ações cotadas em bolsa distribuíram um total de R$ 11,47 bilhões entre dividendos e juros sobre o capital próprio (JCP) para seus acionistas. O resultado representa um recuo de 8,8% frente os R$ 12,57 bilhões distribuídos em 2008 e também uma queda no payout dos bancos (dividendos mais JCP divididos pelo lucro líquido) de 43,9% em 2008 para 34,9% em 2009.

Ainda assim, as instituições financeiras permanecem entre os maiores distribuidores de juros e dividendos no mercado brasileiro. Na comparação com empresas reconhecidamente rentáveis no mercado de capitais nacional, os dividendos pagos pelos bancos tendem a ser mais estáveis até em função da natureza das atividades desse setor, que podem apresentar um grau de alavancagem muito maior que empresas não financeiras.

Os bancos nacionais também apresentaram uma forte valorização em bolsa ao longo do ano passado. Em 2009, o valor de mercado destas instituições na BM&FBovespa aumentou 88,67%, contra um avanço de médio de 72,08% das outras empresas listadas. Este crescimento é justificado em parte por uma base de comparação mais fraca das instituições financeiras no final de 2008, quando os temores da crise financeira internacional se abatiam de forma mais intensa sobre as ações deste grupo.

FONTE:ABRASCA

CONTATOS:NELSON TUCCI

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Posted on março 22, 2010. Filed under: Artigos sobre bolsa |

Relembrando…

O INI fechou uma parceria com o portal www.mycapital.com.br para tirar as dúvidas dos associados e cadastrados a respeito de Tributação sobre renda variável.

A seguir a quarta lista com perguntas e respostas.

Envie sua pergunta para administracao@ini.org.br ou através do link Fale Conosco no site www.ini.org.br.

Perguntas e respostas com os especialistas do portal www.mycapital.com.br

 

1. Quando compro uma ação, o Aviso de Negociação de Ativos (ANA) traz apenas o valor pago pela ação e não inclui a corretagem e emolumentos.

Para declarar no IR preciso calcular este valor ou só declaro o que vem na ANA?

Se tiver que calcular como faço o calculo?

A mensalidade (custódia) paga para a corretora precisa ser declarada no IR?

R: A legislação permite que sejam incorporadas ao custo da ação, as despesas cobradas pela corretora na Nota de Corretagem. 

� necessário ter a Nota de Corretagem para poder embutir as despesas na operação através de rateio.

Por exemplo: vamos supor que em uma Nota de Corretagem, haja duas operações, uma de compra e outra de venda, conforme abaixo:

·       Compra de 1.000 VALE5 a 35,00 = R$ 35.000,00

·       Venda de 800 PETR4 a 40,00 = R$ 32.000,00

·       Taxa de Liquidação CBLC = R$ 4,02

·       Taxa de Negociação = R$ 19,09

·       Corretagem = R$ 360,21

·       ISS = R$ 18,01

·       Valor Líquido = R$ 3.401,33

Nesse caso, o total de despesa é de R$ 401,33 que deverá ser rateado proporcionalmente sobre as duas operações da Nota.

Para ratear, basta dividir o total de despesa pelo valor total de operação e depois multiplicar por cada valor de operação, somando o resultado quando for compra e diminuindo quando for venda.

Veja:

R$ 401,33 / (R$ 35.000,00 + R$ 32.000,00) = 0,00599

R$ 35.000,00 x 0,00599 = R$ 209,65, ou seja, compra + despesas = 35.209,65

R$ 32.000,00 x 0,00599 = R$ 191,68, ou seja, venda – despesas = 31.808,32

Na declaração anual, no quadro â??bens e direitoâ? você declara que tem 1.000 VALE5 ao preço de R$ 35.209,65.  No quadro â??Renda variávelâ? você informa quanto ganhou na venda de PETR4.

A legislação é complexa. Se não está habituado com esses cálculos, sugerimos que procure um curso educacional para aprender sobre o assunto, contrate mão-de-obra profissional ou procure por sistemas especialistas como é o caso do mycapital.

 

2. Recebi ações VALE5 em 1998. Em 2008 na crise vendi o total de 4.800 ações. Porém não paguei o IR ainda por dois motivos: não possuo o valor inicial de compra e não sei quantas ações eram em 1998.

Há como eu descobrir isso?

Vale a pena ressaltar que estavam sobre a custódia do Banco Bradesco vinculados a uma conta corrente.

R: O ideal seria buscar, junto ao custodiante, o histórico de eventos relacionados a essas ações. Se não for possível, deve-se pegar a quantidade de ações em 2008 e verificar quantos desdobramentos, splits, subscrições e outros eventos aconteceram nesse período.

No site do INI há uma ferramenta chamada â??gráfico comparativoâ? que traz todos os eventos dos últimos 15 anos.

Independente de saber a quantidade de ações, o problema é que se você não souber o custo das mesmas, a tributação deverá ser feita com o custo zero, ou seja, 15%, sobre o valor de venda. 

Em casos de herança, doação ou similares, há advogados tributaristas que conseguem atribuir um custo de mercado às ações, mediante abertura de processos com justificativas legais (inventários).  Se for o caso, consulte um de sua confiança.

 

3. Prezados, comprei 200 ações de JBSS no dia 01/dez/2009 a R$9,79.

No dia 07dez, no início do pregão comprei mais 200 ações a R$10,02.

 

No mesmo dia 07, no final do pregão, fiz venda parcial de 100 ações a R$10,33, com lucro.

·       Esta movimentação é considerada com Day-trade, ou não pelo fato de já ter ações adquiridas anteriormente?

·       Só se considerada Day-trade quando compro e vendo no mesmo dia, a mesma quantidade de ações?

R: Operações Day-trade são aquelas que acontecem no mesmo dia.

A primeira compra deve ser comparada à primeira venda do dia, ou vice-e-versa, não importando se existia saldo da ação.  No caso, você tinha 200 JBSS compradas em 01/12 e no dia 07 comprou mais 200 e vendeu 100. 

Então, no dia 7, houve um Day-trade de 100 e uma compra normal de 100, que serão adicionadas ao saldo que existia em estoque.

Cálculo:

·        Saldo de fechamento do dia 06/12: 200 JBSS a R$ 9,79 = R$ 1.958,00

·        Operações do dia 7:          

·        Compra Day-trade de 100 a R$ 10,02 = R$ 1.002,00

·        Venda Day-trade de 100 a R$ 10,33 = R$ 1.033,00

·        Lucro Day-trade de 100 x (R$ 1.033,00 â?? R$ 1.002,00) = R$31,00

·        Compra comum de 100 a R$ 10,02 = R$ 1.002,00

·        Saldo de fechamento do dia 07/12: 300 JBSS compradas por R$ 1.958,00 + R$ 1.002,00.

·        Preço médio das JBSS = R$ 9,867

 

4. Sou sócio do instituto e aprendo muito neste site. Tenho as seguintes dúvidas do imposto de renda no mercado de renda variável, todas relacionadas a lançamento coberto de opções:

·       Lancei coberto em abril, fui exercido em maio, então o lucro apurado é: (valor do exercício + prêmio) – valor do custo médio e taxas de corretagem, certo? Eu coloco o valor do lucro na declaração de ajuste anual na parte de mercado de opções, certo?

R: A forma de apurar o lucro está correta. Porém, o resultado deve ser colocado no mercado à vista, pois a operação no dia do exercício é uma venda à vista para exercício de opção. Ou seja, a opção exercida lhe forçou a fazer uma venda à vista. Portanto, o resultado é sobre a venda. Há quem sustente o lançamento do valor do prêmio recebido como resultado de opção. Mas, no mycapital, preferimos deixar tudo no mercado a vista.

·       Se eu recompro as ações na qual eu fui exercido no mesmo dia do exercício, não é Day-trade, pois a operação é o exercício e não o mercado a vista, certo?

R: Nesse caso não é Day-trade porque a legislação manda excluir da configuração de Day-trade, a venda à vista provocada por exercício de opção.

 

5. Tenho uma dúvida sobre como declarar imposto de renda – Renda variável.

 O programa de declaração do IRPF 2010 possui a comparação entre a Simplificada e a Completa.

Houve alguns meses em que tive ganho no Day-trade, à vista e em opções. Em outros meses tiver prejuízo.

Minha dúvida é: eu preencho todos os campos, com o IR pago sobre os lucros e está tudo certo?  

Se eu emitir a declaração simplificada, essas informações vão ser enviadas à Receita e não soneguei informações, não é mesmo?

Ou se tiver movimentações com Renda Variável, necessariamente tenho que declarar como Completa?

R: Se você obteve resultados em bolsa no ano de 2009, deverá preencher o quadro â??Renda variávelâ? da declaração anual, informando os resultados mensais e IR pago em cada mês.  Isso independe se a sua opção pela tributação na declaração for utilizando as deduções legais (completa) ou simplificada.  . 

 

6. Não declarei prejuízos em ações em 2007 e 2008. Devo apurar e recolher por meio de DARF e fazer as retificações ou posso jogar tudo na declaração de 2010?

R: Você deverá apurar os resultados de 2007 e 2008, caso tenha lucro no período, o IR deverá pagar o DARF com juros e multas, se houver prejuízo, poderá ser utilizado para abater lucros futuros. 

Depois disso, deverá retificar as declarações de 2007 e 2008, informando os resultados de cada mês em cada ano. 

A declaração de 2010 não pode ser usada para regularizar a de anos anteriores. Por isso que existe a declaração retificadora.

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