Archive for junho \30\UTC 2011

Nova TIB – Tabela de Informações Básicas – Versão BETA

Posted on junho 30, 2011. Filed under: Comentários diários |

TIB – Tabela de Informações Básicas

O INI acaba de relançar seu banco de dados sobre as Companhias Brasileiras. A TIB foi a primeira ferramenta simples e confiável disponibilizada ao investidor individual e aos clubes de investimento a preços quase simbólicos.

Hoje, apesar da proliferação de bancos de dados gratuitos, ainda há carência de informações organizadas, confiáveis e relevantes sobre as companhias e sobre o mercado.

E a mudança para IFRS ainda deixou quase todos esses bancos de dados, alguns até pagos e caros, defasados ou descontínuos. A TIB veio para tentar acertar essa descontinuidade.

A TIB é exclusiva para os Associados do INI, porém, enquanto estiver em sua versão BETA, passando por melhorias contínuas, ficará acessível gratuitamente ao público em geral.

O Método INI

Para utilizar o método INI, seu software e suas tabelas é necessário ter acesso às informações das companhias EXATAMENTE como no modelo apresentado na TIB. Há informações importantes e raras, tais como:

– Cotações Máximas e Mínimas ajustadas por eventos QUE ALTEREM A BASE ACIONÁRIA.
– Histórico de Valor de Mercado Máximo e Mínimo, com as datas em que ocorreram.
– Diferenças históricas entre ON e PN
– Histórico de P/L

Além de muitas outras informações interessantes.

Para conferir a nova TIB, clique AQUI.

Para ajudar o INI a construir uma ferramenta ainda melhor e mais completa, utilize a área de comentários. Suas sugestões, críticas ou elogios serão muito bem vindos.

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É hora de entrar na bolsa? Entrevista para o programa Falando em Dinheiro na Rádio Estadão

Posted on junho 30, 2011. Filed under: Comentários diários |

Entrevista concedida por Paulo Portinho para Andrea Assef, do programa “Falando em Dinheiro” na Rádio Estadão.

Portinho explica o modelo de investimento do INI para os investidores que já estão na bolsa e para os que querem entrar, ou estão em dúvida sobre fazê-lo.

Para ouvir a íntegra, clique AQUI.

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Membros Orientadores: Artigo e Blog – Arthur Vieira

Posted on junho 30, 2011. Filed under: Artigos sobre bolsa |

Visão de longo prazo

Por Arthur Vieira de Moraes

Os últimos meses não estão sendo empolgantes para os investidores em bolsa. Pouco movimento, bolsa em queda, noticiário pessimista etc.

É muito comum ver investidores perdendo a calma nesses momentos, deixando de comprar ações ou até realizando prejuízos.

Cada um tem um perfil, uma estratégia, uma forma de investir. Giros de curto prazo, alavancagem, formação de carteira para médio e longo prazo etc. Sempre digo que não há uma maneira correta, cada um com o seu perfil.

Porém muitos iniciam seus investimentos convencidos de que estão formando uma carteira de longo prazo, sabem, por ler ou ouvir dizer, que vão enfrentar momentos de queda na bolsa e que não deveriam se desesperar nesses momentos, mas… quando a queda acontece de verdade o emocional fala mais alto e a estratégia de longo prazo é deixada de lado.

Para esses, que têm (ou pretendiam ter) visão de longo prazo na bolsa, fiz umas contas simples com algumas das ações mais negociadas do Ibovespa, ampliando o campo de visão para os últimos 5 anos e meio e não apenas para os últimos meses, dias, últimas notícias etc.

Para ter acesso às tabelas e ao restante do texto clique AQUI.

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Membros Orientadores: Artigo Mauro Calil

Posted on junho 30, 2011. Filed under: Artigos sobre bolsa |

OS DOIS LADOS DAS FINANÇAS

Por Mauro Calil, Membro Orientador Credenciado do INI

Já percebeu que tudo, tudo mesmo envolve alguma quantia de dinheiro? Uma música do Silvio Brito diz tem que pagar pra nascer, tem que pagar pra viver, tem que pagar pra morrer.

Mas o que fazer para não faltar dinheiro em nenhuma fase de sua vida? Primeiro temos que compreender como as finanças permeiam as diversas fases.

Deixadas de lado atrocidades como o trabalho infantil, situação de muitas crianças, desde o nascimento e na infância, somos incapazes de gerar renda.

Dentro da normalidade de uma sociedade civilizada, toda a infância e grande parte da vida de um jovem são destinadas a consumir recursos sem que se produza nada, ou produzindo muito pouco frente ao que é demandado. As finanças desta fase podem ser encapsuladas na seguinte fórmula:

Demandas Pessoais ≥ Receitas de Provedores.

Os provedores são os pais, os familiares ou mesmo o governo e entidades que cuidam de crianças e jovens carentes.

Na juventude, existe uma demanda chamada educação formal que irá preparar o indivíduo para ser independente de provedores. Ou seja, prepara-lo para o trabalho remunerado. Neste estágio a fórmula que nos mostra o fluxo de finanças pessoais deveria ser a seguinte:

Receita de Trabalho ≥ Demandas Pessoais.

Perceba que as demandas do indivíduo passaram para o outro lado da fórmula e que outros provedores sumiram da mesma. Isso ocorre quando e somente quando o individuo se torna independente de seus pais, ou de quem quer que seja.

Concordo que a mudança é paulatina e não abrupta na maior parte dos casos. E assim deve ser. Os laços, suavemente são cortados e o filhote deixa o ninho.

Já independente, as finanças saudáveis de um individuo devem agregar outro tipo de receita. A receita de juros. Com isso temos a seguinte fórmula para as finanças pessoais dos que enriquecem:

Receita de Trabalho + Receita de Juros ≥ Demandas Pessoais.

Veja que as demandas pessoais correspondem a tudo aquilo que consome dinheiro, em maior ou menor quantidade, sendo o necessário ou o supérfluo.

Ao final da vida voltaremos a não mais trabalhar. Acredito que poucos sonham morrer em seus escritórios ou consultórios. Portanto para abdicar da receita do trabalho seu patrimônio deve ser grande o suficiente para que a receita de juros supere suas demandas pessoais na terceira idade. Nesta idade é de se esperar que a fórmula de velhinhos que fizeram sua lição de casa em educação financeira fique assim:

Receita de Juros ≥ Demandas Pessoais.

Ou seja, não é preciso mais trabalhar de forma remunerada para manter o mesmo padrão de vida.

O que mostrei até aqui é o mundo perfeito. No entanto existe um mundo financeiro mais realista e cruel. Dados oficiais mostram que somente 1% dos aposentados no Brasil alcança a condição de manterem-se inativos e com o mesmo padrão de consumo de quando trabalhavam.

A chave para a mudança é manter os juros do lado das Receitas evitando que se torne mais uma demanda. Ao consumir um refrigerador, imóvel, automóvel, ou qualquer coisa pagando em X parcelas que cabem no bolso você pagará juros e sua fórmula fica da seguinte maneira:

Receita de Trabalho ≥ Demandas Pessoais + Despesas de Juros.

Veja que pagar juros não é uma demanda natural do individuo como beber água, alimentar-se ou viver sob um teto digno. Pagar juros é uma escolha, diga-se, tão ruim quanto comer ou beber em demasia.

Ao escolher qualquer crediário você trabalhará MAIS para pagar a nova despesa (dos juros) ou te sobrará menos para suas demandas pessoais uma vez que sua renda não aumentou. Trocando em miúdos se você anda de carro por que paga pelo carro com juros? Os juros levarão seus filhos à escola? Se você conserva seus alimentos na geladeira por que pagar pela geladeira com juros? Os juros deixarão sua cerveja mais gelada?

O mundo das finanças é dividido em dois lados. O lado dos que pagam juros e o lado dos que recebem juros em suas aplicações financeiras. Escolha de que lado quer ficar e isso fará toda a diferença.

Prof. Mauro Calil Palestrante, Educador Financeiro e Autor do Livro A RECEITA DO BOLO
(www.calilecalil.com.br)

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Membros Orientadores: Lançamento de Livro Mauro Calil

Posted on junho 30, 2011. Filed under: Comentários diários |

O professor e educador financeiro Mauro Calil, Membro Orientador Credenciado pelo INI, acaba de lançar o seu primeiro livro. Com o título A Receita do Bolo e editado pelo Clube dos Autores, a publicação traz noções básicas de educação financeira e ensina como controlar a renda familiar, com linguagem simples e de fácil entendimento.

Neste livro, mostro, de forma simples, a importância de fazer um planejamento financeiro e como fazê-lo. Sem cálculos difíceis ou termos técnicos, procuro ensinar a receita básica para buscarmos a independência financeira e atingirmos o nosso primeiro milhão! Por isso o nome Receita do Bolo, afirma.

O livro é comercializado pelo Clube de Autores, pelo site www.clubedosautores.com.br. O valor do exemplar é R$ 39,81, acrescido de frete.

Administrador de empresas com MBA em Varejo pela FIA/FEA da USP e pós-graduação em marketing pela ESPM, o professor Mauro Calil é membro do Instituto Nacional de Investidores (INI), referência em educação e orientação para investimentos. Muitos de seus cursos são ministrados em parceria com o INI.

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Buy and Hold em xeque? Índice Nikkei 225

Posted on junho 21, 2011. Filed under: Artigos sobre bolsa |

Índice Nikkei 225, a bala de prata?

10 em cada 10 interessados em desestimular o uso do buy and hold na bolsa, em benefício de outras estratégias de curto prazo ou de maior risco, utilizam o histórico sofrível índice Nikkei como argumento.

E faz sentido, pois o índice japonês acumula perdas desde 1989, quando atingiu seu máximo próximo de 40.000 pontos.

Qualquer pessoa sem experiência em bolsa (e até experientes…) ficaria com receio de que algo semelhante pudesse acontecer no Brasil ou com outro índice importante.

Há alguns meses foi sugerido ao INI fazer um estudo sobre esse fenômeno, para gerar conteúdo que possa proteger os investidores de bolhas desse calibre.

Esse estudo está detalhado a seguir.

Justificativa racional 1: Índice não é sinônimo de qualidade

Antes de ir para os números e indicar a planilha com os resultados para download, vale lembrar dois pontos subjetivos, porém racionais, sobre o investimento em bolsa.

O primeiro ponto é que investir no índice não é sinônimo de investir em qualidade. Normalmente se está optando por comprar ações mais negociadas, deixando de lado ações iniciantes, pagadoras de dividendos ou small caps.

Houve um período em que o Ibovespa era dominado por empresas de telefonia, mas para quem investiu em bancos e commodities, ganhar do índice foi bem simples nessa época.

O Método INI – www.ini.org.br (ver outros posts no blog) é um método de seleção de ações de crescimento a múltiplos atraentes. É utilizado nos EUA e na Europa há 60 anos, com meta de 14,9% ao ano. Alta para países desenvolvidos.

Para quem quiser um exemplo do método INI (Stock Selection Guide) em comparação com o índice, veja no site do “INI” do Canadá: www.shareowner.com.

Não é impossível (mas também não é fácil) investir de forma ativa para bater o índice. Os principais professores, escritores e analistas no mundo inteiro não recomendam.

Em resumo: investir no índice pode até ser buy and hold, mas é investimento passivo.

Justificativa racional 2: Não se pode ignorar a história.

No livro “O Mercado de Ações em 25 Episódios”, é discutido, do ponto de vista macroeconômico e comportamental, o fenômeno japonês.

A pessoa que busca alardear um eventual risco de o fenômeno Nikkei 225 se repetir no Brasil, por exemplo, não conhece as condições únicas que envolveram essa queda de 60% em mais de 20 anos.

Há uma conjunção de decisões macroeconômicas, muitas induzidas pelos EUA, que formaram aquela bolha impressionante. O P/L médio do bolsa japonesa bateu 70 no final da década de 1980.

Os japoneses sentiram durante alguns anos um enriquecimento sem precedentes, em termos internacionais. O valor das propriedades no Japão superava e muito o valor das propriedades em outras partes do mundo. Um quarto e sala em Tóquio daria para comprar Ipanema (é só brincadeira para descontrair…, mas ainda bem que não compraram!).

Não é necessário que nos estendamos sobre isso, mas vale ler sobre o assunto, pois ficará EVIDENTE que a China, ao evitar a valorização abrupta do Yuan, tenta fugir de cair na mesma armadilha em que o Japão caiu.

E mais uma vez, sob pressão dos EUA.

O Estudo

Planilha Índice Nikkei 1950 – 2010

Os detalhes estão na planilha acima. São muitos números, traduzidos a seguir.

Antes de partir para os resultados, é importante lembrar que bolsa é um investimento alternativo a renda fixa e a outras modalidades.

Ao se deparar com um crescimento de 4% ao ano durante 20 anos, um brasileiro iria se sentir lesado, porém um japonês veria como uma benção, pois teria 8 vezes o que ganharia se estivesse em renda fixa.

Um outro ponto é que o índice nikkei está em ienes, se fosse em dólar haveria, de 1985 até hoje, uma valorização extra de quase 400% por conta do câmbio (sem descontar a inflação). Se fosse contabilizada a valorização da moeda japonesa desde 1950 (ano inicial do estudo), essa rentabilidade seria muito maior.

Ainda assim o resultado é ruim, apesar de não ser desastroso como muitos imaginam.

Foi simulado um investimento de 10.000 ienes ao final de cada ano, de 31/12/1950 até 31/12/2010. O ano de 1950 foi escolhido por ser o início mais “confiável” em termos de banco de dados.

Entre 1950 e1989

Para aqueles que começaram de 1950 em diante e mantiveram seus investimentos até o ano de 1989 (período máximo de 39 anos), as rentabilidades foram excelentes, para padrões de países desenvolvidos.

Foram, portanto, quase 40 anos de Bull Market. Isso, inclusive, entrou no caldeirão comportamental que gerou a bolha nos ativos japoneses.

Bull Market por 40 anos??? Em casos como esse ninguém se arrisca a dizer que haverá um Bear Market.

Isso aconteceu, em menor escala, no Brasil de 1967 a 1971 e também entre 2002 e 2008. Parecia jogo de ganho certo.

Até 1995… deu!

Mesmo para quem iniciou e terminou seus investimentos entre 1950 e 1995, a situação foi bem interessante, bem melhor do que a renda fixa japonesa.

De 1995 a 2010, lamentável

Por conta de um país estagnado, sem crescimento econômico relevante. Por conta de um iene supervalorizado, o que deixa o japonês RICO em termos relativos, mas desestimula as exportações e o investimento produtivo no Japão. Os últimos 15 anos do estudo foram sofríveis para a bolsa japonesa.

Para se ter uma idéia, só ganhou quem iniciou seus investimentos entre 1950 e 1973, daí por diante só perdas.

Mas no resumo geral, não foi tão ruim.

Tendo em vista que o Japão trabalha com taxas próximas a zero na renda fixa há muitos anos, não faz sentido esperar do Nikkei rentabilidades de países em crescimento.

O pior resultado foi para quem iniciou seus investimentos em 31/12/2006 e encerrou em 31/12/2008. Estaria amargando uma perda anual de 11,04%.

Todas as outras perdas superiores a 8% também se referiam a períodos MENORES que 5 anos, o que não caracteriza longo prazo.

De todos os 1.830 resultados possíveis, houve 1.477 resultados positivos (80,7%) contra 353 resultados negativos (19,3%).

De todos os 1.830 resultados possíveis, houve 756 resultados SUPERIORES a 5% ao ano em média (41,3%) contra apenas 30 resultados com perdas superiores a 5% ao ano (1,6%).

De todos os 1.830 resultados possíveis, houve 73 resultados SUPERIORES a 10% ao ano em média (3,98%) contra apenas 3 resultados com perdas superiores a 10% ao ano (0,16%).

Last, but not least…

No Japão, como não poderia deixar de ser num país de renda fixa ZERO, a indústria de fundos tem perto de 80% de seu patrimônio investido em renda variável. No Brasil essa percentual mal chega a 15% (ver ANBID).

A bolha deixou estragos bem grandes, mas o resultado “ponto a ponto” não foi de todo ruim. Em 60 anos a bolsa saiu de 100 pontos para chegar a 10.000 pontos. Uma média de 8% ao ano. Superior até à média do Dow Jones e do S&P 500.

Na realidade, o resultado da bolsa até que foi bom, o problema é que para chegar a 10.000 pontos em 2010, ela precisou passar por 40.000 em 1989. Fui uma curva e tanto. Foi do Rio à Fortaleza por Vancouver.

E isso sem considerar a valorização do iene, que deixou os japoneses quase 4 vezes mais ricos em dólar.

A principal lição que resta do caso japonês não é “abandonar” a formação de patrimônio de longo prazo e abraçar o trade, mas sim ter consciência de que a exuberância irracional é dolorosa e tem prazo para terminar.

Os japoneses apostaram num Bull Market Forever, e também achavam normal que o terreno do palácio imperial valesse mais do que todo o estado da Califórnia.

E essa é uma crença que agrada… mas machuca muito quando a realidade se impõe.

Que o digam os operadores a descoberto no mercado a termo brasileiro entre 2007 e 2008.

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Congresso Value Investing Brasil – Cobertura INI

Posted on junho 21, 2011. Filed under: Comentários diários |

O Professor Nilton Farinati, Membro Orientador Credenciado pelo INI, representou o instituto no Congresso Value Investing Brasil, realizado no último dia 14 de junho em São Paulo.

No documento a seguir, pode ser lido um resumo das principais conclusões, dicas e ensinamentos do congresso.

O texto está didático e muito claro, leia no link a seguir:

Cobertura – Congresso Value Investing 2011

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13º Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais

Posted on junho 21, 2011. Filed under: Comentários diários |

Participe do 13° Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais!

11 e 12 de Julho
Sheraton WTC Hotel
Av. das Nações Unidas, 12559 – Piso C
Brooklin Novo
São Paulo – SP

Clique AQUI para ver detalhes da programação

Clique AQUI para ver detalhes das inscrições

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Indicadores Fundamentalistas 203 Empresas – Atualizado em 06 de Junho de 2011

Posted on junho 8, 2011. Filed under: Comentários diários |

Caros Associados e Membros da Comunidade INI,

O INI está empreendendo todos os esforços possíveis para disponibilizar um substituto para a TIB (Tabela de Informações Básicas).

Estamos esbarrando em dificuldades com a base de dados da CVM, com a atualização de algumas empresas, além do trabalho normal de formatação do novo site.

Esperamos em breve ter novidades animadoras sobre a nova TIB.

Enquanto não é possível substituir a TIB, apresentamos abaixo uma nova planilha com os principais indicadores fundamentalistas das Cias Abertas mais negociadas na bolsa.

Antes de utilizá-las, leiam o disclaimer que segue nas próprias planilhas.

São elas:

Indicadores Atualizados 06/06/2011

O que traz a planilha:

  • Índice Preço/Lucro (P/L) mais recente
  • Dividend Yield médio últimos 5 anos
  • Média de P/L Máximo últimos 5 anos
  • Média de P/L Mínimo últimos 5 anos
  • Crescimento médio da Receita últimos 7 anos
  • Crescimento médio dos lucros últimos 7 anos
  • Crescimento médio dos dividendos últimos 7 anos

Memória de Cálculo 06/06/2011

Planilha com a base de dados e as fórmulas utilizadas para a criação da planilha anterior.
Está em Excel 2007 (extensão .xlsx), pois utiliza fórmulas complexas.

Atenciosamente,
Equipe INI

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Entrevistas com o autor e os personagens do Livro “Casos de Sucesso no Mercado de Ações”

Posted on junho 8, 2011. Filed under: Uncategorized |

Caros Membros da Comunidade INI,

Em dezembro de 2010 o INI disponibilizou em sua loja virtual e nas opções de livros para renovação de associação o livro Casos de Sucesso no Mercado de Ações Aprenda com quem venceu nas altas e baixas da bolsa.

O livro traz uma abordagem diferenciada em relação ao mercado brasileiro, entrevistando quatro investidores com décadas de experiência, que passaram pelos piores (e melhores) momentos da bolsa brasileira.

A leitura é muito enriquecedora, pois traz ensinamentos para investidores de todas as idades e relembra peculiaridades do mercado brasileiro que muitos não tiveram oportunidade de conhecer.

No link seguir reproduzimos duas entrevistas feitas para a revista RI que trazem um pouco do que o leitor vai encontrar no livro.

Entrevistas RI Novembro 2010

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  • Blog do INI

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