Archive for setembro \30\UTC 2010

Estudo do Prof. Francisco Baima sobre o Retorno co Ações de 1986 a 2010, em comparação com a renda fixa no período.

Posted on setembro 30, 2010. Filed under: Comentários diários |

AÇÕES VERSUS RENDA FIXA.

Nos últimos 10 anos, até abril de 2010, a taxa CDI e a valorização do Ibovespa praticamente empataram, segundo matéria publicada no Jornal Valor Econômico, em 03.05.2010. Em conclusão, rejeitou-se a tese de que, no longo prazo, investir em ações é o melhor investimento no Brasil, pelo menos no passado recente, pois não compensou o risco assumido pelo investidor.

Não é bem assim, pois se alguém resolve investir em ações, com o intuito de obter ganhos extraordinários, está assumindo também o risco de ganhar igual ou menos do que na renda fixa, ou até mesmo de realizar uma perda no seu investimento. Portanto, a constatação do que ocorreu no passado não serve de orientação para os investimentos futuros.

Mesmo assim, o trabalho realizado pelo membro orientador Jucemar Imperatori, recentemente publicado no Informativo INI, mostra que, também nos últimos 10 anos, se o investidor tivesse seguido o princípio 1 do INI, investir com regularidade, e aplicasse mensalmente em uma carteira com composição igual ao Ibovespa, teria obtido uma rentabilidade superior em 40% a uma aplicação idêntica em renda fixa, remunerada pelo CDI.

Realizamos um outro trabalho, em que comparamos, no período de julho de 1986 a junho de 2010, os desempenhos da taxa SELIC, que apresenta uma convergência bastante elevada com a taxa CDI, do Ibovespa, de algumas ações consideradas “blue chips” e de uma carteira teórica dessas ações, todas com pesos iguais na carteira. Foram sete as ações escolhidas, de diferentes setores: petróleo (Petrobrás), mineração (Vale), financeiro (Bradesco), varejo (Lojas Americanas), energia elétrica (Cemig), fumo (Souza Cruz) e alimentos e bebidas (Ambev).

Produzimos, também, uma comparação dos desempenhos da taxa SELIC, das ações e da carteira, com o Ibovespa, em períodos sucessivos de 10 anos, a partir de julho de 1986, com defasagem de um mês, de um período, em relação ao anterior.

Os resultados apresentam-se na tabela a seguir:

Tabela comparativa entre os retornos da Taxa Selic, Ibovespa e Ações
Período de jul/1986 a jun/2010
Especificação Ganho/(perda) em relação à Taxa SELIC (%) Ganho/(perda) em relação ao Ibovespa (%) Número de períodos de 10 anos em que o retorno superou o Ibovespa, de um total de 169 períodos
Selic

0,0

281,7

109

Ibovespa

-73,8

0,0

0

Petrobras PN

-50,4

89,4

139

Vale PN

33,9

411,1

136

Bradesco PN

118,7

734,9

131

Lojas Americanas PN

148,6

848,9

78

Cemig PN

-19,6

207,0

133

Souza Cruz PN

98,4

657,3

127

Ambev PN

284,6

1.368,1

169

Carteira

1.233,9

4.992,1

169

Verifica-se que o investimento indexado ao Ibovespa obteve baixa rentabilidade, não somente em relação à renda fixa, como também em relação às ações “blue chips”, pois mede o desempenho de uma carteira teórica ponderada pelo volume negociado, que não necessariamente apresenta bom desempenho, se comparada com ações selecionadas, utilizando-se, para isso, algum tipo de análise.

Alguns exemplos servem para demonstrar que nem sempre as ações mais negociadas apresentam consistência em desempenho a longo prazo: as ações da Paranapanema, dominaram o pregão no período de 1986 a 1991, secundadas apenas por Petrobrás; em 1987, as ações da Sharp tiveram expressiva negociação; e, de 1991 a 1998, a Telebrás teve elevada participação no Ibovespa, chegando, em alguns quadrimestres, a responder por mais de 50% do índice.

Por essa razão, é importante utilizar o princípio 3 do INI ( investir em empresas com passado e potencial para crescimento), e aplicar o método INI para seleção de ações, pois, assim como não são recomendáveis mudanças freqüentes de posição, também não se deve manter posições em ações por tempo indeterminado, sem realizar análises periódicas, para decidir sobre essas posições.

Três observações são interessantes: apenas Petrobrás e Cemig tiveram desempenho inferior à taxa SELIC; todas as ações superaram o Ibovespa, e; nos sucessivos períodos de 10 anos, no total de 169, apenas Lojas Americanas teve desempenho inferior ao Ibovespa, em mais da metade dos períodos, assim como Ambev e a carteira superaram o Ibovespa em todos os períodos.

Chama também atenção o fato de que a formação de uma carteira com essas ações, seguindo e o princípio 4 (diversificar para reduzir o risco), não somente reduziu o risco, como também proporcionou uma elevada rentabilidade.

Finalmente, essas conclusões não significam que o investidor deva ter seu patrimônio exclusivamente aplicado em ações, pois uma parte investida em renda fixa serve como forma de mitigar a exposição ao risco. Assim, não existe o dilema da escolha entre ações e renda fixa.

Francisco de Resende Baima

Membro Orientador do INI

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Posted on setembro 30, 2010. Filed under: Comentários diários |

Caros Membros da Comunidade INI,

Nosso 2º Congresso já tem 102 reservas de vaga. Aproveite para fazer a sua, é sem compromisso e as condições são muito atraentes!

Veja os detalhes no site:

www.ini.org.br/congressoini

Atenciosamente,

Equipe INI

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Como Escolher uma Corretora para Começar a Investir em Ações?

Posted on setembro 29, 2010. Filed under: Comentários diários |

A dúvida mais freqüente entre os iniciantes

Quem já foi a uma palestra ou curso sobre o Método INI sabe do seu poder de estimular pessoas que nunca investiram em ações a darem os primeiros passos na bolsa de valores.

O motivo de tamanho estímulo é muito simples. O Método INI é um dos únicos conteúdos educacionais, na área de bolsa de valores, que atende aos anseios dos tradicionais investidores de poupança e renda fixa.

Um investidor conservador consegue ver, durante um curso, que o comportamento sugerido e as ferramentas oferecidas constituem um modo de entrar no mercado sem se expor a riscos exagerados e com tempo suficiente para ganhar experiência e conhecimento nessa modalidade de investimento.

A pergunta que sempre vem depois ̩: РComo fa̤o para entrar no mercado de a̵̤es?

Como o primeiro passo é sempre procurar uma corretora, esse artigo procura discutir os parâmetros mais relevantes na hora de escolher a sua.

Corretoras para investidores experientes – A Vitrine de Corretoras

Como sugerido no título, não é para esse público que este artigo está destinado, porém há uma dica preciosa para os investidores que necessitam de ferramentas mais complexas e velozes.

Para os mais experientes, para os que utilizam técnicas de curtíssimo prazo, para os que procuram carteiras administradas, para os que utilizam derivativos, termo e outras opções mais complexas de investimento, a escolha é, realmente, muito complexa e subjetiva.

Quanto à parte subjetiva, pouco se pode dizer, mas para saber se uma corretora atende a todas as necessidades, tanto técnicas quanto geográficas, a BM&F Bovespa lançou uma ferramenta chamada “Vitrine de Corretoras” onde qualquer investidor poderá descobrir quais intermediários atendem a suas necessidades.

Para acessar, clique AQUI.

Corretoras para investidores iniciantes

Para iniciantes a situação é bem menos complexa. Ou deveria ser, mas infelizmente há pessoas sem qualquer experiência entrando em bolsa diretamente nos mercados de futuros, termo e opções. Muitas vezes alavancados.

Antes de prosseguir, saiba que utilizar instrumentos derivativos SEM CONHECIMENTO E EXPERIÃ?NCIA é como atravessar uma rua movimentada de olhos vendados. Se o leitor se encontra nessas condições, a sugestão é rever seus conceitos. Talvez buscar aconselhamento em outros “médicos” (corretoras) ou fazer alguns cursos sobre o assunto.

Mas para quem entende que bolsa é poupança de longo prazo e sabe que é preciso longos meses, até anos, para ter intimidade com as ferramentas e com as companhias em que investe, a decisão sobre a corretora “ideal” fica mais simples.

Par̢metros fundamentais para a escolha de sua corretora РIniciantes

Geografia

Ter uma corretora perto de sua casa, ou em sua cidade, não é, de forma alguma, pré-condição para ser bem atendido ou para abrir uma conta.

A maioria absoluta de investidores iniciantes, principalmente aqueles com aportes menores, utilizam ferramentas virtuais para realizar suas operações com ações.

Pode ser que o trânsito de documentos fique um pouco mais complexo, pelo uso do correio, mas feito o cadastro, raramente é necessário ir até o escritório da corretora. Todo o processo costuma ocorrer em frente a um computador, via Home Broker, Skype, MSN e outros instrumentos de comunicação de custo baixíssimo para falar com a corretora, com os agentes autônomos, com outros investidores e com analistas.

E para aqueles que realmente fazem questão de visitar o escritório da corretora, a boa notícia é que muitas têm representantes (agentes autônomos) em centenas de cidades brasileiras. A “Vitrine de Corretoras” da BM&FBovespa ajuda a achar esses representantes.

Taxa de Corretagem

O intermediário (corretora) cobra um percentual do valor transacionado a título de corretagem. A bolsa também cobra outras taxas, geralmente menores que a da corretora.

Nesse caso já é necessário algum cálculo para evitar custos de transação excessivos, isso porque algumas corretoras oferecem taxas fixas e outras utilizam a “Tabela Bovespa”, que é uma sugestão de custos que variam de acordo com o volume e a natureza da operação. Normalmente os custos com base nessa tabela são chamados de “corretagem cheia”.

Como a “Tabela Bovespa” lhe garante uma corretagem máxima de 2% sobre o valor da operação, pode-se considerar que esse é o máximo aceitável para um investidor iniciante.

Dessa forma, na hora de escolher entre corretagem fixa ou variável, ele deve considerar sua expectativa de “movimentação” para definir racionalmente seus custos.

A conta precisa é um pouco complexa, mas pode ser aproximada por algo bem simples. Se sua corretora tem uma comissão fixa de R$ 15,00 por operação, o divisor de águas é o montante R$ 750,00 por operação (R$ 15,00 ÷ 2%). Se for operar sempre com valores superiores a esse, a corretagem fixa é mais vantajosa. Se for operar sempre abaixo, a corretagem variável vai ser a mais indicada.

Há corretoras que querem se diferenciar por preço e outras por serviços agregados. Por isso, há corretagens fixas variando de R$ 2,50 a R$ 30,00 por operação, assim como há corretagens variáveis indo de 0,3% a 2% por operação.

Taxa de Custódia

As ações podem ser custodiadas (guardadas) nos bancos designados pelas Companhias Abertas ou na CBLC. A vantagem de ter ações custodiadas nesta última é que estão disponíveis imediatamente para negociação. Mas há um custo para essa facilidade.

Assim como na corretagem, há intermediários que nada cobram pela custódia (mediante alguma outra compensação) e outros que chegam a cobrar R$ 30,00 por mês. Para valores custodiados muito elevados, pode haver outros custos envolvidos.

Muitas vezes as corretoras que cobram preços mais elevados embutem vários serviços que podem ou não ser do interesse do investidor. Essa percepção só ficará clara quando o mesmo desenvolver habilidade suficiente para distinguir o que lhe é realmente importante.

Subjetividades à parte, também é possível estabelecer um “divisor de águas” para a taxa de custódia.

A outra opção para o investimento em bolsa seriam os fundos de ações. Um fundo costuma cobrar entre 2% e 4,5% de taxa de administração, sobre o valor do patrimônio, dependendo de suas características.

Pegando uma média de 3% de taxa de administração, caso optasse por um fundo, e um valor mensal de custódia de R$ 10,00, que é um bom indicador médio para carteiras de pequeno e médio portes, o investidor deveria ter pelo menos R$ 4.000,00 (R$ 120,00 ÷ 3%) em custódia para que seus custos operando sozinho sejam equivalentes aos de utilizar fundos de ações.

Há uma grande quantidade de corretoras que não cobra do cliente a taxa de custódia, mas comumente exigem um determinado número de operações por mês.

Medos e riscos

Outro obstáculo ao investidor iniciante é o medo de se envolver em algo que não conhece.

Infelizmente, ensinar o operacional da bolsa, de compra e venda, de envio de dinheiro, de retirada de dinheiro, não é eficaz na teoria. � como dar aulas teóricas sobre andar de bicicleta. Pode ajudar, mas não vai resolver.

Mesmo os simuladores ajudam um pouco no operacional, mas difundem um sentimento irreal e que, ao contrário do que se imagina, podem afastar de vez o investidor conservador da bolsa.

Ao receber R$ 200.000,00 de dinheiro virtual, ele faz operações que jamais faria com R$ 200,00 de dinheiro próprio. Mesmo que ganhe muito na simulação, se é conservador, vai entender que aquela loteria não é para ele. E se não é conservador, e ganhar muito, é capaz de iniciar seus investimentos com aporte desproporcional ao seu conhecimento.

A mecânica das operações básicas do mercado só vai ser REALMENTE aprendida na prática. Não há outra instância a recorrer.

Seu risco será reduzido se seguir os dois primeiros princípios do Investidor Consciente. O primeiro é investir sempre e um montante adequado (de acordo com seu patrimônio e renda), e o segundo é reinvestir todos os ganhos que obtiver no mercado.

Se a bolsa cair 50% e você tiver comprado R$ 200,00 em ações, verá seu patrimônio cair para R$ 100,00, mas poderá comprar mais ativos por preços baixos durante a crise. Mas se colocou tudo o que tinha, por hipótese, R$ 200.000,00, não haverá o que fazer, ao menos não será possível equilibrar suas compras nos momentos de bolsa depreciada, pois todo seu dinheiro já está no mercado.

A bolsa para todos os bolsos!

Antes da revolução promovida pela tecnologia de informação nas operações de bolsa, investir em ações era um pouco caro para o pequeno poupador. As corretoras, pelos elevados custos de relacionamento, comunicação e oportunidade, davam pouca atenção a esse público.

De alguns anos para cá, o custo operacional e acesso à informação caíram o suficiente para que se possa dizer: Investir em bolsa é para todos os bolsos!

Não há mais desculpa para não começar a conhecer o mercado de ações.

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Posted on setembro 15, 2010. Filed under: Comentários diários |

O INI, a Corretora Campus Elsevier e a Expo Money têm o prazer de convidar para o lançamento do livro “Casos de Suce$$o no Mercado de Ações – Aprenda com quem venceu nas altas e baixas da Bolsa de Valores”, com noite de autógrafos e palestra.

Dia 24 de Setembro de 2010, sexta-feira às 19:00,

Os autores Geraldo Soares, Geraldo Soares Filho e Rafael Reis estarão presentes para o lançamento e sessão de autógrafos.

Dia 25 de Setembro de 2010, sábado, das 17:00 às 17:50,

Palestra: Casos de sucesso no mercado de ações, na Sala 4.

Download do convite aqui. (não é necessário levar).

Expo Money São Paulo

Transamérica Expo Center

Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387

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Posted on setembro 15, 2010. Filed under: Comentários diários |

A área de análise do banco de investimentos do BB oferece ao público do INI alguns de seus relatórios sobre os resultados, setores e revisões de preços de algumas das mais importantes companhias brasileiras.

Os relatórios têm linguagem acessível e adequada ao entendimento do investidor individual. Há riqueza de detalhes, inclusive as premissas para cálculo do preço potencial, em relatórios de atualização de preço.

Atualização de preços

BB – BI – VALE

Início de cobertura

BB – BI – OGX – início de cobertura

BB – BI – JHSF – início de cobertura

Relatório Setorial

BB – BI – Relatório Setorial – Agosto 2010

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INI Apóia a primeira edição das Olimpíadas Universitárias de Educação Financeira. Veja o Release a seguir.

Posted on setembro 15, 2010. Filed under: Comentários diários |

Olimpíadas Universitárias de Educação Financeira

Edição Santa Catarina

Santa Catarina sediará a primeira edição das Olimpíadas Universitárias de Educação Financeira, o maior evento de educação financeira já feito para o público universitário.

A idéia de reunir estudantes numa olimpíada surgiu de ações didáticas em universidades de todo o país com o jogo de tabuleiro, chamado “Jogo da Bolsa”, que através de simulações ensina de forma simples e prática os principais conceitos da bolsa de valores. Idealizado pela Oficina da Inovação – empresa que também organiza a Olimpíada – o Jogo da Bolsa tem uma legião de fãs e recebeu destaque em veículos de peso como o Valor Econômico, O Globo, Correio Brasiliense, Zero Hora, programas de TV aberta e fechada, entre outros.

A Olimpíada terá início no dia 08 de setembro e término dia 29 de outubro de 2010, dividindo-se em etapas que serão realizadas nas cidades sede Florianópolis (UFSC, UDESC), São José (UNIVALI), Palhoça (UNISUL), Blumenau (FURB), Criciúma (UNESC), Joinville (UNIVILLE) e Itajaí (UNIVALI).

Universitários de qualquer curso ou instituição, com ou sem experiência, poderão participar e terão contato com o envolvente mundo do mercado financeiro através de simulações de compra e venda de ações. Um questionário com perguntas de múltipla escolha sobre economia e finanças ajuda a compor os testes que abordarão temas do cotidiano econômico dos jovens, como uso consciente do dinheiro, do crédito e endividamento.

Cada cidade sede enviará dois classificados para a grande final na capital do estado. Os finalistas concorrerão a R$10 mil reais em prêmios e assinatura de revista especializada. Haverá sorteio de uma viagem com acompanhante para Buenos Aires – Argentina para quem estiver na cerimônia de premiação da olimpíada, finalista ou não, no dia 29 de outubro.

Para participar, basta que o aluno interessado inscreva-se no site da competição:

www.olimpiadasedufinanceira.com.br

Importância da educação financeira para jovens

A porcentagem de jovens em situação de endividamento é crescente. Segundo pesquisa do SPC/SP, 6% do total de inadimplentes na instituição é composta por jovens com até 21 anos de idade. Número semelhante também é encontrado na porcentagem de emissões de cheques sem fundo. Segundo o sistema Telecheque, entre 6% e 8% das emissões sem cobertura de saldo são feitas por jovens entre 18 e 24 anos.

Do outro lado da balança está a cultura da poupança e do investimento, adquirida através da educação financeira, que leva ao que os economistas chamam de “alocação racional dos recursos da economia”, que acontece quando a pessoa deixa de alimentar o ciclo do endividamento para injetar seu dinheiro nas mais variadas opções de investimentos, como a poupança – investindo indiretamente no sistema habitacional -, em fundos de investimentos – que geram liquidez ao sistema financeiro – ou na bolsa de valores, que move a cadeia produtiva ao oferecer crédito para empresas geradoras de divisas e empregos.

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Posted on setembro 15, 2010. Filed under: Comentários diários |

Caros Membros da Comunidade INI

� com grande satisfação que iniciamos a pré-inscrição para nosso 2º Congresso.

Vejam os detalhes no site:

www.ini.org.br/congressoini

Participe, faça sua pré-inscrição e habilite-se a uma condição muito especial*

* Por tempo limitado.

Atenciosamente,

Equipe INI

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